Get Adobe Flash player

NOSSA HISTÓRIA

CONSTRUÇÃO DA NOVA CENTRAL NACIONAL

A construção de uma nova central sindical de trabalhadores foi forjada na unidade, coragem e ousadia dos dirigentes das confederações nacionais de trabalhadores embuídos com o espírito da necessidade de propor uma alternativa de luta para os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. Em sua fundação, na capital do país – Brasília – uma grandiosa demonstração de unidade, organização e solidariedade escreveu uma nova história do Movimento Sindical Brasileiro. Atendendo à convocação das Confederações, trabalhadores dos mais diversos lugares do Brasil abriram caminho para um novo amanhecer com a criação de uma NOVA e verdadeira CENTRAL: independente, classista e autônoma. Assim, no dia 29 de junho de 2005 nasceu a NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES, a primeira Central com sede em Brasília e composta por 7 Confederações, 136 Federações, cerca de 3.000 sindicatos, e representando quase 12 milhões de trabalhadores em todo país.

A defesa da unicidade sindical, da contribuição compulsória, do sistema confederativo de representação sindical, respeito ao artigo 8º da Constituição Federal, por um Brasil com emprego, desenvolvimento econômico e juros baixos.

A Nova Central Sindical de Trabalhadores marca um momento importante na história do Movimento Sindical Brasileiro, ela é a esperança transformada em realidade que se constitui como instrumento de luta e de unidade da classe trabalhadora do nosso País.

NASCE A NOVA CENTRAL RJ

Da decisão de construir suas bases em todos as regiões do país nasceu a NOVA CENTRAL DE TRABALHADORES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO apenas 128 dias após a fundação da Nova Central. A segunda seccional a ser construída após a de Minas Gerais. No dia quatro de novembro de 2005 nascia a Nova Central RJ em histórico congresso que teve como palco o Teatro João Theotônio, da Universidade Candido Mendes, na Rua da Assembléia, 10, sub-solo, na cidade do Rio de Janeiro – RJ. A ata de fundação arquivada no Registro Civil de Pessoas Juridicas registra que “reuniram-se delegados e observadores, das entidades sindicais fundadoras da Nova Central Sindical de Trabalhadores do Estado do Rio de Janeiro (NCST/RJ), cujas assinaturas constam das listas de presenças, devidamente convocados, através do edital publicado no Diário Oficial do Estado, Parte VI, Página 6, de 13 de outubro de 2005”. “O presidente nacional da NCST, José Calixto Ramos deu por aberto do 1º Congresso Estadual da Nova Central Sindical de Trabalhadores do Estado do Rio de Janeiro (NCST/RJ) e indicou Sebastião José da Silva para presidir o evento e Fernando Cascavel para secretariar, o que foi aprovado por unanimidade dos presentes”. “A mesa diretora dos trabalhos foi composta com os presidentes da Federação Interestadual dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários (FITTR), Antonio de Freitas Tristão (Índio); da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário (FETICOM), Luiz Antonio Rodrigues; da Federação dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado do Rio de Janeiro (FEESS/RJ), Juracy Martins dos Santos; da Federação dos Servidores Públicos Municipais no Estado do Rio de Janeiro (FESEP), Fernando Sanches Cascavel; da Federação Estadual dos Vigilantes (FEV/RJ), Fernando Antonio Bandeira; da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação, Deuzélio de Oliveira; e pelo Vice-presidente da Federação dos Empregados no Comércio do Estado do Rio de Janeiro, Irineu Cheohen Guedes; além dos presidentes de diversos sindicatos de trabalhadores”. “Também fizeram parte da mesa, além do convidado de honra do Congresso, Clodismdt Riani na condição de último presidente do Comando Geral dos Trabalhadores (o CGT); os diretores nacionais da NCST, Omar José Gomes (Vice-presidente), Moacyr Roberto Tesch (Secretário Geral) e João Domingos (Diretor de Finanças); e ainda, o Senador Marcelo Crivela (PRB); o representante da governadora Rosinha Matheus (PMDB), Marco Antonio Lucidi, secretário estadual do trabalho; o ex-secretário municipal do trabalho Carlos Dias (PTB); o deputado estadual Paulo Ramos (PDT); os vereadores Carlito Brizola (PDT) e Dionísio Lins (PP), o presidente da Secretaria Sindical do PMDB, Maradona, e o presidente da NCST/MG, Antonio Miranda”. “O presidente do 1º Congresso Estadual da NCST/RJ, Sebastião José da Silva, solicitou ao Secretário a leitura do Regimento Interno do 1º Congresso, efetuada a leitura, o mesmo submetido à discussão e votação, sendo aprovado à unanimidade dos participantes”. “Em seguida, o presidente fez a saudação a todos os delegados, observadores, convidados e representantes da imprensa, destacando a importância do evento, delineando os objetivos, as metas e as razões para se constituir a seccional da Nova Central Sindical de Trabalhadores no Estado do Rio de Janeiro”. “Após a saudação, usaram da palavra pela ordem: Lupi, Crivela, Lucidi, Dias, Riani, Juracy, Paulo Ramos, Miranda, Maradona, Bandeira, Tristão, João”. “Para finalizar os trabalhos do primeiro dia do Congresso, Calixto fez seu pronunciamento e a sessão foi encerrada com um coquetel”. “Às nove horas da manhã do dia 4 de novembro, segundo e último dia do 1º Congresso, foi realizado o Painel 1 “Reforma Sindical: a NCST e o substitutivo Barbieri” que teve como painelista o assessor jurídico da FETRAMICO e da CNTTT, Dr. Sérgio Marques, e como debatedores: Moacyr, Deuzélio, Calixto, Cascavel e Maria Bárbara (secretária geral da FEESS/RJ)”. “Logo após, se realizou o Painel 2 “Os sindicatos e as ações coletivas” que contou como painelista a Chefe do Departamento Jurídico do Sindicato dos Rodoviários do Rio de Janeiro, Dra. Marines Trindade, e como debatedores: Moacyr, Tristão, Carlos Medeiros (presidente do Sindicato dos Emp. em Inst. Filantrópicas), Maria Helena Sene (presidente do SINDSERF) e Calixto”. “Encerrados os debates dos painéis, o presidente do Congresso, Sebastião José da Silva, às doze horas do dia 04 de novembro de 2005, submeteu à discussão e à votação da constituição da Nova Central Sindical de Trabalhadores no Estado do Rio de Janeiro, sendo a mesma aprovada à unanimidade”. “Oportunidade em que declarou constituída a seccional da NCST no estado”. “Logo após, colocou em debate e votação o Estatuto e o Plano de Ação, que foram aprovados à unanimidade”. “Os documentos aprovados, na forma da lei, registrados junto com esta Ata”. “Após o almoço, foi aberto às inscrições para as intervenções dos delegados, com direito ao tempo de três minutos”. “Vinte e cinco congressistas usaram da palavra”. “Em seguida, o Presidente do Congresso, com fundamento no Estatuto da NCST/RJ, solicitou aos delegados presentes no plenário que apresentassem chapa e/ou nomes de candidatos para concorrerem a primeira Eleição da NCST/RJ”. “Inexistindo tanto chapas, quanto nomes de candidaturas, da parte do plenário, foi composta uma chapa de consenso, pela mesa diretora dos trabalhos, para os cargos de direção da NCST/RJ”. “Tendo sido formada a Chapa Única, foram anunciados os nomes dos membros da Diretoria, do Conselho Fiscal, Representação do Estado do Rio de Janeiro na NCST nacional, das Secretarias e seus Departamentos, bem como, os nomes dos integrantes do Conselho Deliberativo, os quais submetidos à discussão, seguida de votação foi a mesma aprovada por unanimidade dos delegados participantes do 1º Congresso Estadual da NCST/RJ”.

Search